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Blog do Juarez França - Araxá, notícias e novidades... Juarez França advogado trabalhista.
SAUDADES PDF Imprimir E-mail
Escrito por Juarez França   
Qua, 23 de Março de 2011 17:21

SAUDADES

 

                      "...o que foi felicidade, hoje me mata de saudade,

                                     belos sonhos, belos dias..." - Roberto Carlos.

                      

SAUDADES DO NAJÁ X IPIRANGA, com o Fausto Alvim lotadio. A torcida do Najá na arquibancada maior e a do Ipiranga no espaço divisor ao antigo ATC.

De um lado, Mathias, Ildeu, Cazuza, Pepita, Chico Preto, Paulinho, Negrinho, Maneca..; e, de outro, Xororó, Canhoto, Pirola, Zé Mica, Manteiga...;

O Walter Natal ora estava de um lado, ora de outro!

 

SAUDADES DO ARAXÁ ESPORTE com Tú, Nadir e Pedrinho; com Aguinaldo, Nato e Geraldino; com Robertinho, Véio e Guducho.

 

SAUDADES DO TRIANON com o “poleiro” lotado e nós (a meninada) lá de fora do cinema, trocando gibis.

 

SAUDADES DO ORATÓRIO, do Colégio Dom Bosco, sempre festivo e gerador de muitos talentos, de todas as artes.

 

SAUDADES NA RÁDIO IMBIARA com os “calouros em desfile”; as exibições do Trio Inambé; o seriado do “Flash Gordon”; os filmes do “Tarzan”; o vozeirão do Tolentino.

 

SAUDADES DA ESTRADA VELHA do Barreiro, nas curvas acentuadas onde os ônibus da Empresa Java e de outras, nos jogavam de um lado a outro com o nosso sorriso da bela vista que nos cercava.

 

                                   - não é que o Roberto Carlos tem razão! -

Última atualização em Sex, 08 de Abril de 2011 14:40
 
LARGO DE SÃO SEBASTIÃO 2013 PDF Imprimir E-mail
Escrito por Juarez França   
Seg, 14 de Março de 2011 10:26

                        LARGO DE SÃO SEBASTIÃO

 

Araxá, janeiro de 1952 (+ ou -).

 

A criançada preparava seus canudos, Mestre Silvério afinava sua Banda de Música. Senhor Olímpio Pereira, articulado com os Senhores João Sena, João Batista Vasconcelos, Juvenal Pereira e outros comerciantes, se preparavam para o aumento das vendas, enquanto o Senhor Parolini garantia o pão nosso de cada dia e o Sr. Aldovando Guimarães preparava os insumos necessários à manipulação de medicamentos para acudir os excessos praticados.

 

Senhores Carício Afonso e Almondes Rios corriam o gado, enquanto o Senhor Teófilo Barbosa já era apaixonado pelas árvores. Senhor José Gonçalo esperava encher a Pensão São Sebastião, já lotada de filhos e alegria. Senhor Waldemar Pereira fazia as contas; Senhor Celso Afonso cortava cabelos; Senhor Tunico, quando não estava dando aulas, cortava lenha pra Dona Zarica abastecer o fogão; Senhor Elias Feres subia o morro para relatar pelas ondas da Rádio Imbiara as notícias da cidade; Doutor Jorge Feres, antes de sonhar com o curso de medicina, jogava suas peladas com Jairo Afonso, Paulinho (já sapateiro e pronto para jogar no Najá), e Licinho - na Banheira ou no campo do Operário - no bairro Lavapés; Atanagildo Côrtes, enquanto militava na Rádio Imbiara e fundava os jornais Araxá Esportiva e o Jornal de Araxá, já sonhava com o seu vitorioso Correio de Araxá.

 

Os Senhores Heli França e José Afonso Reis corriam, diariamente, para atender seus clientes em seus bares na Rua Boa Vista. Senhor Antoninho Costa e Senhor Vicente Martins vendiam lenha. Dona Yolanda Afonso vendia de tudo na famosa Casa Mineira.

 

A mesma criançada que já havia aprontado seus canudos (feitos com galhos de pés de mamão), jogava, diariamente, suas peladas na rua Bom Jardim, bem em frente à casa do Senhor Oacisto Teixeira. O clássico e único jogo era do time da rua de baixo contra o da rua de cima. O marco entre as "ruas" era a avenida Marechal Floriano (hoje Vereador João Sena). A meninada que morava na Marechal ou nas ruas acima era do time da "rua de cima". Os que moravam nas ruas abaixo jogavam no time da "rua de baixo".

 

Os jogos diários não tinham mando de jogo, pois o campo (de chão) era sempre a mesma rua. Não havia juíz e a bola era de pano - feita com meias e trapos de roupa. Ocasionalmente, após os "natais", costumava pintar uma bola de borracha ou mesmo de "cobertão". No time da "rua de cima" jogava os meninos da Pensão São Sebastião (Rússel, Roberto, Kate), Antônio Tica, Carlinhos Pereira, José Adilson. Do time da "rua de baixo": Peri, Tamandaré, Mozart, Paulinho, Juarez, Ernani, Luiz Carlos, Adão. Como o campo era estreito, jogavam para cada time o goleiro e mais uns 4, ou mesmo sem goleiro.

 

E eis que chegava o dia 20 de janeiro - dia de São Sebastião! Era uma festa só! Sempre precedido de novenas, ensaios da Banda - nos quais o maestro Silvério Guimarães comandava a harmonia musical, setoriado por Lalado de um lado e o Senhor Jove de outro.  Os atletas dos clássicos futebolísticos entre as duas ruas eram convocados pelo Mestre Silvério  para portar, afixados nas costas dos peladeiros, as músicas das melodias que eram tocadas à cada procissão. Os demais meninos se divertiam no jogar, soprando no canudo de mamão, papéis enrolados nos cabelos das mulheres que embelezavam os eventos. A vóz possante e inigualável do Sr. Bertoldo anunciava a batida do martelo a cada bem arrematado!

 

O Largo, ao longo do tempo, se alargou, ou melhor, se juntou ao centro da cidade e emendou com  atual Bairro São Geraldo de um lado e o Bairro São Pedro de outro. As "casas novas" foram construídas ao longo da rua Carvalho Lopes. Os grandes armazéns foram desmembrados em outras atividades comerciais e/ou residenciais.  Doutor Plínio de Abreu, construiu, ainda no Largo antigo, talvez a mais bela casa da cidade, fruto de sua luta na agropecuária.

 

Não é bairrismo não! O Largo de São Sebastião foi e é o local mais bonito de Araxá! O colorido residencial de hoje, em torno do Largo, convive com as andorinhas, que continuam com a algazarra dos tempos passados! Senhor Ponga, fiel às suas raízes, continua girando pelos mesmos caminhos aprendidos com o Senhor Olímpio.

 

Do mesmo Largo foram eleitos vereadores e prefeitos que ali nasceram, foram criados e formaram família. Dentre estes: João Sena, Wadinho Pereira, Bebete, Julinho Pereira, Sebastião Vascconcelos, Omar Silva, Heli França, Antônio Leonardo.

 

Amanhã o Largo será outro! Felizmente, ainda calcado nos valores ensinados por Dona Olyntha de Castro Barreto e no companheirismo constante e exemplificados por Dona Sérgia, Dona Célia, Dona Rosária, Dona Julieta, Dona Divina Vieira, Dona Izaura, Dona Corália, Dona Irany, Dona Jacintinha, Dona Milita, Dona Manoela Rosa, Dona Zizinha, Dona Aurora, Dona Tereza, Dona Guaraciaba, Dona Maria Borges, Dona Adélia, Dona Adelita, Dona Leonilda Feres, Dona Terezinha, Dona Lina, Dona Magdalena Lemos...

 

Tudo passa, tudo se transforma, tudo renasce!

 

         - redação inicial em janeiro de 2006, retocada em 20/01/13  -  dia de São Sebastião -

Última atualização em Seg, 21 de Janeiro de 2013 09:05
 
CAIXA ECONÔMICA FEDERAL PDF Imprimir E-mail
Escrito por Juarez França   
Seg, 06 de Setembro de 2010 09:52

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

 

Por quem os sinos da CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, a popular CAIXA, dobram?

 

Se os sinos das igrejas tocam para chamar o povo, a CAIXA dobra para receber o povo!

 

Em nossa enquete intitulada de A VOZ DO POVO, efetivada em torno de 70 dias passados, a CAIXA foi a intituição de crédito que maior prestígio teve junto a população consultada (200 pessoas). A pergunta direcionada foi: qual o Banco que melhor atendimento lhe dá?

 

O resultado confirmou a primeira posição dada à CAIXA, em outra consulta efetivada há 2 anos atrás, com a mesma indagação à população.

 

A CAIXA, é bom lembrar, atende de tudo: poupança, habitação popular, FGTS, PIS, penhor, empréstimo, seguro desemprego, bolsa família. É a casa do povo!

 

A ampliação da CAIXA, que será inaugurada até o final deste ano, com certeza fará que o atendimento melhor ainda venha ser.

 

Araxá merece! 

Última atualização em Sex, 25 de Fevereiro de 2011 11:21
 
RIO DE JANEIRO PDF Imprimir E-mail
Escrito por Juarez França   
Qua, 19 de Janeiro de 2011 15:30

RIO DE JANEIRO

 

As montanhas, as serras, o mar, o sol, as chuvas, o povo..., no Rio de Janeiro é tudo diferente, embora tudo nascido do mesmo pai (Deus).

 

É tudo muito lindo, brilhante!

 

Entretanto, uma coisa choca e muito quem passa pela região das docas. Os turistas brasileiros e internacionais que ali chegam, quer via mar, terra ou ar, não têm como ficar chocados com as pichações postas às paredes dos armazéns portuários.

Creio que das mesmas manifestações de horror se valeu a Rede Globo para mostrar as trilhas dos drogados na recente finda novela "Passione".

 

Sr. Prefeito Eduardo Paes: embora tenha visto que na mesma região central da cidade está se passando por obras, um bem muito grande seria destinado aos visitantes e principalmente aos moradores da "Cidade Maravilhosa" com uma urgente pintura (mesmo que provisória) nas muralhas deturpadas.  É o que espero!

 

                                          Verão de 2011.

 

 

19-01-2011

Prezado (a)

Guarde estas informações para consultar o andamento da sua solicitação.
A mensagem foi enviada à Ouvidoria competente para as devidas providências.

Obrigado pela sua participação!


Atenciosamente,
Ouvidoria da Prefeitura do Rio de Janeiro


Atenciosamente,
Ouvidoria da Prefeitura - GERAL

Visite o nosso Portal na Internet. E seja bem-vindo ao mundo da Prefeitura!

 

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dia 25/01/11, recebi da Prefeitura do Rio de Janeiro a seguinte mensagem:

http://www.portomaravilhario.com.br

Juarez França
Seu número de registro é RIO-217089-0 e o assunto da sua solicitação é Limpeza urbana.
Última atualização em Qua, 09 de Março de 2011 11:37
 
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O CAMINHO DA CASA

 

Os ensinamentos que buscam a solidariedade,

a fraternidade,

a conquista da paz e do amor,

harmonizados com belas e pertinentes melodias,

têm, em Araxá, um endereço: A CASA DO CAMINHO.

 

Ao vermos e ouvirmos o TADEU,

não temos como não lembrarmos do próprio CRISTO,

quer cuidando dos irmãos enfermos,

e, principalmente, da nossa formação espiritual.

 

As noites das quartas-feiras e dos sábados,

Araxá e cidades vizinhas seguem as trilhas

que nos levam à Casa do Caminho,

a Casa da paz maior,

onde o Tadeu, que nada pede,

tudo faz a favor do próximo.

 

O silêncio, a concentração,

o aprendizado, a dedicação e a beleza do Tadeu,

a luz elétrica na intensidade certa,

os dizeres das placas afixadas às paredes,

a distância entre as cadeiras,

o piso natural, e as paredes de adobe,

o público ordeiro e interessado,

sente, à cada momento das falas do Tadeu

e das manifestações do coral,

uma vontade imensa de aplaudir.

 

E aplaude! Em silêncio,

reforçando suas orações em busca do bem estar do próximo.

É inegável que a oração maior é direcionada

à saúde e a paz de quem nos dá o caminho do nosso aprendizado.

 

Se você está feliz, garanta seu estado, indo à Casa do Caminho,

Se estiver triste, é hora de buscar o conforto naquela bela casa.

Em ambos os casos: devemos ensinar o caminho e praticar o aprendizado.

 

"Em 21 de julho de 2005"

 
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